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| "A Argentina crê que precisava ocorrer uma mudança. Por isso votamos no príncipe Ali", revelou D'Onofrio |
Embora eleito para um mandato de mais quatro anos à frente da Fifa, Joseph Blatter sofreu duros golpes durante o pleito. O suíço acabou preterido pelos dois mais influentes colégios eleitorais do futebol mundial: a Uefa e a Conmebol. Rodolfo D’Onofrio, presidente do River Plate-ARG e vice-mandatário da Associação de Futebol da Argentina (AFA), confirmou a escolha pelo príncipe jordaniano Ali Bin Al Hussein, que acabou desistindo da candidatura após perder no primeiro turno.
“A Argentina crê que precisava ocorrer uma mudança na Fifa. Por isso votamos no príncipe Ali. Creio que toda Conmebol o fez, pelo menos esse foi o acordo que chegamos. Uma decisão que tomamos em conjunto”, disse D’Onofrio ao diário Olé!
Adiante, o presidente do River Plate avaliou que o príncipe jordaniano realizou uma boa eleição, ainda que não tenha conseguido evitar mais um mandato do suíço em momento crítico para a entidade que rege o futebol mundial. O vice-mandatário da AFA também evitou polemizar quando questionado sobre os escândalos de corrupção: “Isso não significa que a Fifa não tem um bom presidente”.
A Conmebol é o menor colégio eleitoral da Fifa, com direito apenas a dez cédulas. O maior é a África, com 54. Na sequência, aparecem Uefa (53), Ásia (46), Concacaf (35) e Oceania (11).
Com o triunfo, Blatter deve atingir 21 anos à frente da Fifa. O suíço tem mandato estipulado até 2019. Sepp foi responsável por substituir o brasileiro João Havelange, em 1998.
Fonte:Gazeta Esportiva
