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| Considerado um dos maiores presidentes da história do Corinthians, Andrés Sanchez prometeu voltar em 2018 |
“Se os clubes ficam fortes, quebra o sistema. As federações sabem que vou romper com isso. Eu quebrei o Clube dos 13 e por isso saiu de R$ 20 milhões para R$ 100 milhões de (cota de) tevê. Eu posso ser o presidente do Corinthians em 2018. Vou ser e vou quebrar todo esse sistema da CBF. Vou! Em 2018! Daqui quatro anos”, jurou Andrés Sanchez.
Sanchez também ressaltou a sua importância para a história do Corinthians e alfinetou o atual presidente alvinegro, Mário Gobbi. “Falta comando. Falta uma pessoa forte. Time de futebol perde e ganha a vida toda. Mas a imagem e a administração não podem perder, e perdemos um pouco no último ano. É fácil recuperar. Gobbi delegou muito. Ele tem o pensamento mais conservador e o futebol do Corinthians precisa de risco. Tem que arriscar bastante para crescer”, avaliou, antes de exaltar os seus próprios feitos à frente do Corinthians.
Ele assumiu a presidência alvinegra em 2007, pouco antes do rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro, e, nos quatro anos em que ficou à frente do clube, impulsionou o marketing corintiano com as contratações de jogadores como Ronaldo e Roberto Carlos. Além disto, viu o Timão ser campeão brasileiro, estadual e da Copa do Brasil, e foi o idealizador do projeto do primeiro estádio da história do Corinthians, que está sendo finalizado em Itaquera e que sediará a abertura da Copa do Mundo de 2014.
“Sob meu comando, o Corinthians não ganhou só títulos, mas projeção mundial. Saiu de 2008, de um faturamento de US$ 22 milhões, e entreguei para US$ 152 milhões. A marca Corinthians valia US$ 150 milhões de dólares. Entreguei valendo quase US$ 1 bilhão. Em cinco ou seis anos, o Corinthians estará entre os três clubes mais ricos do mundo. Tem o Corinthians antes de mim e depois de mim. Tem o Corinthians antes do Ronaldo e depois dele. E depois tem o Corinthians antes do estádio e depois do estádio. Sou o vô, o pai, o filho e o neto desse estádio. Aqui eu mando em tudo”, decretou o sempre polêmico Andrés Sanchez.
Gazeta Esportiva
