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| (Foto: Andrej Isakovic/AFP) |
“Em 2017, não pensava que conseguiríamos abrir caminho até a ponta, de jeito nenhum, mas todo mundo na frente estava ‘caindo como moscas’. Eu estava fazendo algumas boas ultrapassagens e havia todo esse impulso me mantendo”, relembra da ocasião em que levou a melhor no circuito europeu. “Quando cruzei a linha de chegada, estava um pouco confuso, pensando em como ganhamos essa corrida, mas também em êxtase”.
Se o tempo de 2h03min55s573 colocou o atleta à frente dos demais na temporada de 2017, dessa vez, Ricciardo espera um melhor número e mais ultrapassagens. “Baku é diferente de outros circuitos de rua porque há muitos lugares onde você pode passar os rivais. Ao contrário de Mônaco e Cingapura, onde não há muitos lugares para ultrapassar”, comparou.
Para o piloto, a maior dificuldade no Azerbaijão é a frenagem, já que o circuito exige alta velocidade. “Você tem que frear o mais tarde possível – mas não há espaço para erros. Eu diria que a parte mais difícil sobre Baku é encontrar o limite com a frenagem, e conquistar essa confiança”, finalizou.
Fonte:Gazeta Esportiva
