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| Fotos: Felipe Oliveira / EC Bahia |
O bom retrospecto só foi mantido, segundo ele, graças ao nível de entrega dos jogadores durante os 90 minutos.
“Nosso time, que criou bastante chances, foi premiado pelo espírito de nunca desistir da partida. Nós buscamos o resultado desde o início de jogo, marcando alto, mas também apresentamos momentos de oscilação, o que é normal. Foi um jogo muito intenso, diferente do ritmo que enfrentamos no início do ano, e isso vai nos obrigar a ter uma rápida adaptação a este nível de partida. Fomos competentes em botar a bola para dentro, ainda que tenha sido no último lance”, resumiu.
No segundo tempo, depois de um carrinho em cima do meia Marco Antônio, o treinador reclamou bastante da decisão do árbitro sergipano, que optou por não marcar falta, e foi expulso da área do banco de reservas.
“Eu me exaltei, reconheço. Foi em uma situação de falta no Marco Antônio, no segundo tempo, quando reclamei que a entrada do adversário nele foi muito forte. Marco ficou caído, sentindo dor, mas o árbitro deixou o jogo seguir. Se não estou enganado, a minha última expulsão foi na Série B de 2016”.
