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| FOTO: NELSON ALMEIDA |
Mas apesar do luto era importante seguir em frente e uma dúvida pairava no ar do futebol nacional: Como reerguer a Chape?
Promessas de vários clubes saiam de todos os cantos, promessas de empréstimos de jogadores, apoio financeiro e até a ideia de não haver rebaixamento para o clube.
Tudo aos poucos foi sendo esquecido e o luto foi passando, menos para Chapecó.
O clube, com um time montado do zero, começou a se reerguer e conseguiu a façanha de em poucos meses erguer a taça do campeonato estadual.
Mas a Libertadores não era o Campeonato Catarinense e olhos de todo continente se voltaram para a Arena Condá mais uma vez. Com uma boa campanha na primeira fase o time conseguiu chegar as oitavas de final da competição, onde iria enfrentar os argentinos do Lânus.
O luto a essa altura fazia parte da história, e em uma rápida manobra dos argentinos a Chapecoense se viu eliminada da competição nos bastidores, pela escalação irregular do zagueiro Luiz Otávio depois de ter vencido os argentinos no primeiro jogo por 2 a 1.
Mas o futebol é imprevisível e ao chegarmos no final de 2017 o que acontece?
O Lânus perde a final da libertadores para o Grêmio, Grêmio que termina o campeonato nacional na quarta colocação abrindo vaga automática na pré libertadores para o oitavo colocado do brasileirão, ninguém menos que a Chapecoense.
O futebol pode não ser justo mas sempre nos prega surpresas e a vida segue, assim como a Chapecoense continua a seguir em frente seu caminho de poucos anos mas de muitas vitórias, com ou sem ajuda.
Somos todos Chape.
