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| Italiano revê os métodos após lesões em 2017 (Foto: Oli Scarff/ AFP) |
Depois de sofrer algumas lesões na
temporada, Valentino Rossi desistiu dos “métodos alternativos” de
treino. Sem poder utilizar sua moto de corrida da MotoGP para praticar, o
italiano costumava usar seu tempo livre para correr no motocross ou em
provas de endurance. No entanto, ele preferiu abolir esta prática.
A decisão do piloto da Yamaha veio após
duas graves contusões sofridas somente em 2017. No final de agosto, ele
fraturou a perna, o que causou a necessidade de intervenção cirúrgica.
Já em maio, Rossi sofreu um trauma torácico-abdominal.
“Não podemos treinar com as motos de MotoGP, então temos que fazê-lo com
outras, de diferentes disciplinas. O Motocross já estava na minha lista
negra porque todos nós ficamos feridos: eu, Morbidelli e outros”,
destacou corredor de 37 anos.
“Esta viagem com meus amigos eu faço
quatro ou cinco vezes por ano desde os 18 anos de idade. Mas certamente
não faço mais durante a temporada. Você tem que encontrar o compromisso
porque treinar e em uma moto é sempre perigoso”, completou, explicando o
acidente que machucou sua perna e o deixou de fora do GP de San Marino.
Seguindo em fase de recuperação por conta
da fratura, Rossi teria perdido o circuito de Aragón, se não tivesse
resolvido acelerar as coisas. Terminou em quinto na corrida espanhola.
Já o trauma sofrido no tórax quase tirou o italiano do GP de Mugello, em
sua terra natal, mas o tratamento se deu de forma rápida, e ele e foi à
pista para terminar em quinto.
Tendo que encontrar outras maneiras para
praticar, o ídolo italiano já foca no GP do Japão, o primeiro dos quatro
últimos da temporada. As atividades em Motegi começam com os treinos
livres do dia 12 de outubro (quinta-feira), com o classificatório do dia
13 e são finalizados com a corrida no dia 14.
Fonte:Gazeta Esportiva
