![]() |
| Brenner comemorando o primeiro dos dois gols que anotou na vitória brasileira (Foto: Divulgação/Fifa) |
Nesta quarta-feira, a Seleção Brasileira
sub-17 garantiu vaga nas quartas de final da Copa do Mundo da categoria.
A Amarelinha bateu a seleção de Honduras por 3 a 0, em Cochim, na
Índia. Os gols foram marcados por Brenner, duas vezes, e Marcos Antônio.
Classificado, o Brasil pega a Alemanha
pelas quartas de final. A seleção alemã não teve dificuldades para
vencer a Colômbia, na segunda-feira, por 4 a 0. O duelo será um dos mais
aguardados da próxima fase do Mundial, que já tem todos os confrontos
definidos. A Inglaterra tem os Estados Unidos pela frente, Mali e Gana
também se enfrentam e, por fim, Espanha e Irã medirão forças por uma
vaga nas semifinais.
O jogo – Com a exceção de
uma bola na trave, em chute de Palma aos 32 minutos, a Seleção
Brasileira não sofreu grandes riscos ao longo do primeiro tempo. Aos 10
minutos de jogo, Brenner já havia inaugurado o marcador. Alanzinho, do
Palmeiras, fez bela jogada pela direita, tabelou com Wesley, invadiu a
área e cruzou rasteiro. A promessa do São Paulo só teve o trabalho de
empurrar para o fundo do gol.
O segundo veio pouco antes do intervalo,
aos 43 minutos. Em nova aparição de Alanzinho, agora pela esquerda, o
camisa 10 deixou Marcos Antônio na cara do gol de Honduras. O meia do
Atlético Paranaense apenas tirou do goleiro hondurenho e correu para o
abraço.
Os brasileiros sacramentaram a
classificação logo no início da etapa final, de novo com Brenner. Em
ótima jogada, o flamenguista Wesley, que invadiu a área, inclusive dando
um chapéu no defensor adversário, não conseguiu concluir para o gol.
Brenner, de forma oportunista, aproveitou a sobra e mandou para as
redes.
Aos 24 minutos, a trave novamente evitou o
gol de Honduras, na melhor oportunidade criada pela mesma no segundo
tempo. Mejía arrancou pelo meio e arriscou de longe. A bola explodiu no
poste direito do goleiro Brazão, que atualmente defende o Cruzeiro.
Com larga vantagem no placar e amplo
domínio na posse de bola (que chegou a 71%), o Brasil diminuiu o ritmo,
assim como aconteceu em jogos da fase de grupos, apenas cadenciando o
jogo até o apito final.
Fonte:Gazeta Esportiva
