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| Foto: Márcio Alves / Agência O Globo |
Uma
investigação realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do
Rio de Janeiro apontou que o estádio Giulite Coutinho, que pertence ao
América-RJ e foi usado pelo Fluminense em 2016, foi liberado mediante o
pagamento de propina ao Corpo de Bombeiros. O esquema funcionaria da
seguinte maneira: mesmo sem o cumprimento de exigências de segurança, a
documentação era liberada após o pagamento de propina.
Segundo a
investigação, a documentação do alvará e do laudo de prevenção e combate
a incêndio foi fraudada. Inclusive, existe uma gravação que comprovaria
o pagamento de propina. Porém, os responsáveis não revelaram quem teria
efetuado esse pagamento.
Na manhã
desta terça-feira (12), Corregedoria Geral Unificada (CGU), do Grupo de
Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), uma
força-tarefa entre a polícia e o MP, realizou uma operação ontem 34
pessoas foram presas, sendo a maioria de bombeiros militares.
Vale
lembrar que, para ficar mais próximo da sua torcida, o tricolor decidiu
mandar suas partidas no Maracanã. O último jogo na casa do América foi
em 20 de julho de 2017. Porém, a parceria está mantida. Recentemente, em
29 de agosto, o sub-20 tricolor enfrentou o Cruzeiro lá pelo
Brasileirão da categoria.
Através da sua assessoria, o América, se posicionou da seguinte maneira:
"O América desconhece o assunto, mas irá tratar do mesmo se for chamado pelas autoridades para tal, o que ainda não aconteceu."
Já o Fluminense, até o fechamento desta matéria, não se manifestou sobre o assunto.
Fonte:Galáticos Online
