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| Foto: Daniel Mundim |
Na manhã
desta segunda-feira (21), vários técnicos de futebol se reuniram na sede
da CBF, no Rio de Janeiro, em um evento promovido pela Federação
Brasileira da categoria (FBTF). O objetivo desse encontro foi discutir
alguns temas de interesse dos profissionais e repassar propostas para a
diretoria da CBF. As principais pautas discutidas foram o reconhecimento
no exterior e o limite de transferências de treinadores no Brasil.
A mesa
mediadora do evento teve nomes como Zico, Falcão, Parreira, Tite,
Vanderlei Luxemburgo e o técnico do Vitória, Vagner Mancini. A proposta
dos treinadores é que a partir de 2018 seja definido o limite de duas
transferências no comando técnico dos times de cada Série do Campeonato
Brasileiro e na Copa do Brasil. O técnico, por sua vez, só poderia
trabalhar em duas equipes de uma mesma competição, por temporada.
Porém, essa
medida já foi pleiteada em outros momentos, e sofreu certa resistência
por parte dos clubes. Vice-presidente da FBTF, Vagner Mancini falou
sobre a importância da inclusão dessas regras no Regulamento Geral das
Competições da CBF.
“Fica
difícil a gente falar porque não estávamos no Conselho. Deve ter tido um
debate sobre isso. Sinceramente, em todos os clubes que passei, nunca
tive dificuldade para dizer isso. Você tem que sentar e deixar claro
quando está chegando. A porta de saída é muito mais estreita do que a
chegada. A sua saída do clube é dificultada por uma série de coisas. O
ambiente não é propício, vive pressão. Por isso a gente quer que a CBF
torne isso como norma. Que conste no regulamento para que não haja esse
tipo de desgaste”, afirmou o treinador do Leão.
Outras reivindicações do grupo são:
* Maior apoio à Lei Caio Júnior (emenda solicita que os contratos dos treinadores, auxiliares e preparador de goleiros sejam registrados na CBF e federações estaduais);
* Quitação de débitos com treinador demitido, antes de poder registrar o contrato de trabalho com um substituto;
* Exigência de licença de trabalho para profissionais estrangeiros, equivalente às licenças exigidas aos brasileiros para atuar no país;
* Reconhecimento internacional da licença profissional brasileira;
* Diminuição dos valores cobrados pelos cursos da CBF;
* Criação de um código de ética.
* Maior apoio à Lei Caio Júnior (emenda solicita que os contratos dos treinadores, auxiliares e preparador de goleiros sejam registrados na CBF e federações estaduais);
* Quitação de débitos com treinador demitido, antes de poder registrar o contrato de trabalho com um substituto;
* Exigência de licença de trabalho para profissionais estrangeiros, equivalente às licenças exigidas aos brasileiros para atuar no país;
* Reconhecimento internacional da licença profissional brasileira;
* Diminuição dos valores cobrados pelos cursos da CBF;
* Criação de um código de ética.
Vale
ressaltar que até o momento, já houve 12 demissões de treinadores,
somente no Campeonato Brasileiro da Série A. O clube que mais teve
alterações em seu comando técnico foi o Vitória, que já teve quatro
profissionais a frente do time (Petkovic, Alexandre Gallo, Flávio
Tanajura e Vágner Mancini).
Fonte:Galáticos Online
