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| Polícia foi obrigada a intervir na confusão (Foto: Gabriel Mansur) |
Ocorrências foram protagonizadas no duelo entre Nacional e Princesa, nesta quarta, no estádio Carlos Zamith, pela semifinal do estadual. Jogo terminou com quatro jogadores expulsos.
As súmulas do Campeonato Amazonense deveriam ser encadernadas e
vendidas como best-seller nas melhores livrarias do país. Tudo bem que
não é para tanto, mas uma semana após Luizinho de Souza Lima relatar
quatro páginas de incidentes no confronto entre Fast e Manaus, pelo jogo
de ida da semifinal do estadual, agora foi o árbitro do duelo entre
Nacional e Princesa, Odson Santos da Silva, que noticiou ocorrências
mais parecidas a roteiros de filmes que jogo de futebol.
A mais alarmante foi uma suposta ameaça de ''tiro na cara''. Na
oportunidade, a frase teria sido dito pelo roupeiro do Princesa, Antônio
Rodrigues de Carvalho Neto, para o diretor do Nacional, José Reis.
O documento ainda narra as expulsões de Rafael e Luis Paulo, do
Tubarão, e Erick Rocha e Hugo, do Leão da Vila Municipal. De acordo com a
papelada, Rafael, acusado de ter iniciado a confusão generalizada,
levou cartão vermelho por ''trocar socos e chutes com seu adversáro''.
No caso o próprio Hugo, que teria revidado e, por isso, também foi
excluído do banco de reservas. As outras duas expulsões foram por razões
semelhantes, mas os arqueiros reservas foram denunciados por chutes e
pontapés.
A súmula foi uma consequência de nova confusão em partida da semifinal
do estadual. Dessa vez, o embate entre Naça e Princesa quase acabou em
pancadaria. Mesmo com as torcidas separadas, os jogadores, com ânimos
exaltados, discutiram no gramado, e o batalhão de choque foi obrigado a
intervir. Assim, o jogo ficou paralisado por cerca de 10 minutos. No
campo, o Nacional venceu por 2 a 0 e garantiu a primeira vaga na
decisão.
Veja os incidentes relatados na súmula
*Informo
que, aos 41 do minutos do 2º tempo, após uma paralização da partida,
com uma falta contra equipe do Princesa, houve invasão em campó e briga
generalizada, iniciado pelo jogador nº5, Rafael Augusto Borges, que
trocou socos e chutes com seu adversáro, nº18, Hugo Alexandre F de
Andrade, do Nacional, revidando a agressão. Logo em seguida, foi
observado agressão entre os jogadores reservas que invadiram o campo: Sr
luis Paulo de Freitas, da equipe do Princesa, trocando chutes e ponta
pé com o goleiro reserva nº1, Sr Erick Gustavo da Silva Rocha, que, pelo
revide, ambos foram expulsos por mim.
*Informo
que, ao adentrar no vestiário, fui informado pelo Sr José Albes dos
Reis, diretor do Nacional, que o mesmo havia sido ameaçado com um tiro
na cara pelo rouperiro da equipe do Princesa, Sr Antônio Rodrigues de
Carvalho Neto.
Fonte:Globo Esporte
