Com Rio 2016 se aproximando, diretor do COB revela precauções com zika vírus


Restando apenas 127 dias para o início dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o diretor executivo de esportes do Comitê Olímpico Brasileiro, Marcus Vinicius Freire, revelou que a entidade não planeja nada diferente para que os atletas que representarão o Brasil nas Olimpíadas se protejam do risco de contaminação do zika vírus. Segundo o dirigente, a recomendação é que todos sigam aquilo que já foi passado para todo o país.
“O que a gente tem feito é o que a população inteira do Brasil está fazendo, que é usar repelente, manga comprida, ar-condicionado ou tela, depende do lugar onde estamos indo, e isso vale para os 400 atletas que estarão competindo. Faz parte do jogo e está aí para todo mundo”, afirmou em evento promovido pela Microsoft, que está disponibilizando uma plataforma para doações financeiras a projetos de ex-atletas olímpicos.
Temerosa quanto à situação do vírus no Brasil, a Austrália fechou uma parceria com uma empresa de repelentes que irá fornecer os produtos para toda a delegação do país. Questionado se o COB poderia tomar alguma medida semelhante, Marcus Vinícius assegurou que o Comitê Organizador Local já está se mobilizando para precaver todos os atletas do risco de contágio através da picada do mosquito Aedes aegypti.
“A informação que recebemos é que o Comitê Organizador irá distribuir repelentes, então não precisamos nos preocupar com essa questão. A única coisa que a gente pediu ao nosso fornecedor, que é a Nike, que aumentasse os números de camisas de manga comprida e isso já está resolvido”, explicou.
Medalhista olímpico com a seleção masculina de vôlei nas Olimpíadas de 1984, a famosa geração de prata, Marcus Vinícius também não adiantou quem será o porta-bandeira do Brasil na cerimônia de abertura dos Jogos do Rio de Janeiro. Segundo ele, haverá uma negociação interna e uma cautela em relação ao escolhido, já que a grande maioria dos atletas que poderão carregar a bandeira do país competirá na primeira semana.
“Nós temos só um pré-requisito que é a pessoa ser campeã olímpica, tem sido sempre assim. Como nós estamos mais preocupados com os resultados do que com a festa,  temos muitos campeões olímpicos competindo na primeira semana, então vai depender da pessoa querer ou não desfilar”, finalizou descartando a possibilidade de uma votação popular através da internet.

Fonte:Gazeta Esportiva

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