Djokovic leva susto de Wawrinka, mas revida com pneu e vai à final em Paris

Após sofrer empate, Djokovic aplicou um pneu em Wawrinka e segue vivo rumo ao tetra (foto: Miguel Medina/AFP)

Novak Djokovic está em mais uma final do Masters 1000 de Paris. Tricampeão no piso rápido do Palácio de Bercy, o sérvio derrotou o suíço Stan Wawrinka com direito a pneu na semifinal deste sábado. O triunfo amplia o retrospecto positivo de Djoko contra o número 4, com 19 vitórias em 23 partidas. O melhor tenista do mundo saiu na frente e cedeu o empate, mas se recuperou na parcial final, vencendo por 2 sets a 1 (6/3, 3/6 e 6/0), após 1h51 de embate.
O líder do ranking vai decidir o título com o britânico Andy Murray, cabeça de chave 2 e responsável por eliminar o espanhol David Ferrer mais cedo. Além de ter a chance de se aproximar do recorde de Rafael Nadal em número de títulos do nível Masters (27 a 25), Djokovic bateu outra marca pessoaol ao chegar à 14ª final na mesma temporada, superando o argentino Guillermo Vilas, em 1977.
O sérvio desperdiçou dois break points antes de obter a única quebra da primeira parcial, no quarto game. Sem sofrer ameaças, ele demonstrou agressividade e administrou para largar na frente.
Djoko voltou a surpreender Wawrinka no início do segundo set. O campeão de Roland Garros, no entanto, lutou muito para devolver duas quebras após cinco tentativas, e ainda salvou três break points. O tenista de Lausana aproveitou o apagão do sérvio, foi para a linha de fundo e confirmou o serviço para deixar tudo igual.
Na parcial final, Djokovic não apenas freou o embalo de Wawrinka, mas provou porque ocupa o posto de melhor tenista do mundo. O sérvio ditou o ritmo, converteu três de sete oportunidades de quebra e aplicou um pneu no adversário em menos de 25 minutos, assegurando vaga na decisão parisiense.
A superioridade do número 1 pode ser observada nos números. Embora tenha acertado menos aces (7 a 4), ele foi capaz de converter 74% dos pontos de primeiro serviço e 50% do segundo, enquanto Wawrinka anotou 59% e 52%, respectivamente. A única dupla falta da partida veio do lado suíço, que salvou nove dos 14 break points (64%) e converteu duas de sete chances (29%).

Fonte:Gazeta Esportiva

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