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| Romanista desde 1992, Totti voltou a brilhar no Olímpico de Roma |
No início da tarde deste sábado, a Roma bateu o Chievo Verona por 3 a 0 no Estádio Olímpico de Roma, na abertura da sétima rodada do Campeonato Italiano. Com o resultado, o time da casa alcançou a marca dos 18 pontos e encostou na líder Juventus, que tem a mesma pontuação mas segue na frente pelo saldo de gols – e ainda entra em campo neste sábado. Já o Chievo se manteve próximo à zona de rebaixamento, na 17ª posição com apenas quatro pontos somados.
O jogo - A equipe de Rudi Garcia abriu o placar logo cedo, aos quatro minutos. O zagueiro Dario Dainelli cedeu escanteio e, na cobrança, Pjanic colocou a bola na cabeça do atacante Mattia Destro, que mandou de peixinho no canto esquerdo do goleiro Bardi.
Depois do tento, o Chievo ensaiou uma pressão, mas teve todas as tentativas barradas pela zaga adversária. A ofensividade dos Amarelos-Azuis foi interrompida aos 25, quando Totti lançou Ljajic pela direita, que invadiu a área, passou pela marcação e colocou no cantinho esquerdo do gol, ampliando a vantagem da Roma.
A situação ficou ainda mais difícil oito minutos depois, quando o árbitro viu pênalti de Dario Dainelli. A cobrança foi convertida pelo camisa 10 e ídolo Totti, que chutou forte de direita para acertar o ângulo esquerdo e fazer um belo gol. O arqueiro Bardi nada pôde fazer, já que pulou para o lado oposto.
O placar parou por aí, mas a superioridade dos donos da casa perdurou até o apito final. O time do francês Garcia chegou a alcançar a impressionante marca de 73% de posse de bola, contra apenas 27% da equipe de Verona.
Empurrada pela torcida presente no Olímpico, a Roma não parou de atacar e deu motivo para a massa acreditar no tão sonhado título nacional, que não é conquistado deste a temporada 2000/01., quando a equipe ainda contava com nomes como Antônio Carlos Zago, Emerson, Cafu e Gabriel Batistuta. Sem falar em Totti, que não se aposentou e ainda veste o número 10 até hoje.
E a primeira grande chance do segundo tempo veio dos pés dele. O meia, que atua pela Roma desde 1992 e foi campeão do mundo com a Itália em 2006, recebeu ótimo lançamento pela ponta esquerda e emendou um voleio de primeira para o gol, mas Bardi defendeu em dois tempos e evitou um placar ainda mais elástico. Logo em seguida, Totti foi substituído por Florenzi e deixou o gramado sob aplausos.
Após a saída do camisa 10 e maestro romano, a Roma seguiu administrando o placar elástico. Para se manter com a mesma pontuação do que a líder, a equipe agora torce por um tropeço da primeira colocada Juve no confronto contra o lanterna Sassuolo.
Fonte:Gazeta Esportiva
