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| Brasil perdeu três de quatro jogos na Liga Mundial e tenta se recuperar diante do Irã |
“Estamos jogando mal, trabalhamos pouco e talvez não da forma correta. Certamente precisamos olhar para dentro de quadra e tentar entender, mas o time ainda está muito abaixo”, disse Bernardinho após treinamento da equipe no Ginásio do Ibirapuera, palco dos confrontos. “A gente está tentando, este é um ano importante e temos um caminho meio espinhoso, com alguns desafios”.
Além dos próprios problemas, o time de Bernardinho, que passa por fase de renovação para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro-2016, terá que enfrentar as forças do Irã. Mesmo sem longa tradição no esporte, o país asiático evoluiu muito recentemente, sobretudo nos anos em que foi comandado pelo técnico argentino Julio Velasco.
Os iranianos conquistaram as duas últimas edições do Campeonato Asiático, jogam a Liga Mundial pela segunda vez consecutiva e na Copa dos Campeões da temporada passada ficaram na quarta colocação. O time, agora sob comando do sérvio Slobodan Kovac, também está classificado para disputar o Mundial, em setembro na Polônia.
“O Irã é um time de grande qualidade técnica, que vem crescendo e ganhando de grandes equipes. Conseguiu vitórias sobre a Itália e a Sérvia no ano passado e isso demonstra como o time é bom. É um país que se inseriu entre as principais equipes do mundo, não é desconhecido, nem emergente mais. É uma potência real do vôlei mundial”, analisou o treinador nacional.
Os duelos entre Brasil e Irã ocorrerão nos dias 6 e 7 de junho às 9h50 ( de Brasília) no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Os jogos são válidos pela terceira semana do Grupo A, em que a Itália recebe a Polônia duas vezes, com possibilidades de disparar ainda mais na liderança da chave. No Grupo B, os Estados Unidos jogam em casa contra a Rússia, e a Bulgária conta com apoio de sua torcida para enfrentar a Sérvia.
Gazeta Esportiva
