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| Samudio aproveitou a sobra dentro da área, emendou um chute forte e garantiu o empate celeste no Mineirão |
O jogo – Jogando em casa, o Cruzeiro iniciou a partida pressionando muito os paraguaios em busca do gol. Acuado, o Cerro Porteño encontrou muitas dificuldades para ultrapassar a linha divisória do campo, tamanha foi à pressão celeste no Gigante da Pampulha. Aos seis minutos, em cobrança de falta ensaiada, Samudio mandou a bomba de fora da área, obrigando Fernández a fazer grande defesa.
A blitz cruzeirense continuou intensa, e Everton Ribeiro também teve ótima chance de abrir os trabalhos, mas o tiro voltou a parar nas mãos do goleiro visitante. A movimentação de Elber, Willian e Everton Ribeiro confundiu muito a marcação da equipe paraguaia, que só não foi vazada antes dos 15 minutos por milagre.
Preocupado com a postura do time em campo, Arce tentou orientar os comandados a beira do gramado, cobrando uma melhora na saída de bola. Mas a recomposição da Raposa se mostrou mais eficiente, fator que colaborou para o Cruzeiro dominar inteiramente as ações, com um número expressivo de finalizações.
Aos 31, o que parecia improvável aconteceu no Mineirão, Corujo fez cruzamento para a área e Angel Romero desviou sem chance para Fábio, abrindo o placar de forma surpreendente. Percebendo o esforço da equipe, a torcida celeste continuou apoiando o time, que perdeu um pouco do ímpeto do começo do jogo, reflexo do gol paraguaio.
No retorno para a etapa final, o Cruzeiro voltou bastante ofensivo na busca pelo empate, mas deixou muitos espaços para a equipe adversária, que quase aproveitou logo aos quatro minutos, quando Oscar Romero ganhou na velocidade e bateu cruzado para grande defesa de Fábio.
O cenário do segundo tempo apresentou uma Raposa procurando o ataque a qualquer custo, em alguns momentos sem qualquer tipo de estratégia, demonstrando claro nervosismo, mas dando o contra-ataque para o Cerro. Com isso, o jogo ganhou cenas de dramaticidade para o torcedor cruzeirense nas cadeiras do Mineirão.
Marcando na maioria das vezes atrás da linha da bola, os visitantes procuraram dificultar ao máximo as jogadas do Cruzeiro, isso obrigou os celestes a arriscarem vários tiros de fora de área, quase todos sem a pontaria ideal. Aos 48, após bate e rebate dentro da área do Cerro Porteño, Samudio conseguiu, enfim, mandar para as redes, empatando o jogo no Mineirão.
Bolívar tira empate com o León no México – O Bolívar voltou a surpreender pelas oitavas de final da Libertadores e arrancou um empate com o León, no México. Os anfitriões até abriram o placar com Montes, no primeiro tempo, mas os bolivianos empataram no fim da etapa complementar, com Callejón. Já na volta do intervalo, Arce virou o jogo, enquanto Boselli diminuiu o prejuízo para os mexicanos, deixando tudo igual no marcador.
Ficha Técnica: Cruzeiro 1 x 1 Cerro Porteño-PAR
FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 1 CERRO PORTEÑO
CRUZEIRO 1 X 1 CERRO PORTEÑO
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data: 16 de abril de 2014, quarta-feira
Horário: 22h (de Brasília)
Árbitro: Daniel Fedorczuk (URU)
Assistentes: Carlos Pastorino e Gabriel Popovitz (ambos do Uruguai)
Cartão amarelo: (Cerro Porteño) Alonso
Gols:
Cruzeiro: Samudio, aos 48 minutos do segundo tempo
Cerro Porteño: Angel Romero, aos 31 minutos do primeiro tempo
Data: 16 de abril de 2014, quarta-feira
Horário: 22h (de Brasília)
Assistentes: Carlos Pastorino e Gabriel Popovitz (ambos do Uruguai)
Cartão amarelo: (Cerro Porteño) Alonso
Gols:
Cruzeiro: Samudio, aos 48 minutos do segundo tempo
Cerro Porteño: Angel Romero, aos 31 minutos do primeiro tempo
CRUZEIRO: Fábio; Ceará (Mayke), Bruno Rodrigo, Dedé e Samudio; Lucas Silva, Henrique, Elber (Borges) e Everton Ribeiro; Willian e Júlio Baptista (Marlone)
Técnico: Marcelo Oliveira
CERRO PORTEÑO: Fernández; Bonet, Cardoso, Ortiz e Alonso; Corujo, Oviedo, Julio dos Santos e Oscar Romero (Candia); Guiza (Riveros) e Angel Romero (Beltran)
Técnico: Arce
Técnico: Arce
Gazeta Esportiva
