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| Após irregularidades, Ary Graça também deixou o cargo de presidente da Confederação Brasileira |
Segundo a emissora ESPN, as empresas de dois ex-dirigentes da CBV, Marcos Pina e Fábio André Dias Azevedo, embolsaram R$ 10 milhões, cada uma, como comissão pela mediação do acordo com o Banco do Brasil. No entanto, o acerto de R$ 24 milhões foi realizado sem intermediários.
As denúncias levaram à saída de Marcos Pina do cargo de superintendente-geral da entidade. Já Ary Graça renunciou ao posto de presidente licenciado da CBV, apesar de ainda comandar a FIVB (Federação Internacional de Voleibol).
O Banco do Brasil já solicitou esclarecimentos à CBV imediatamente após a divulgação dos primeiros fatos e aguarda as respostas da entidade para avaliar os desdobramentos relativos ao contrato de patrocínio.
Apesar de não ter responsabilidade legal ou contratual para fiscalizar a aplicação dos recursos do patrocínio, o Banco do Brasil entende que é necessário a CBV adotar novas práticas de gestão que tragam mais transparência para a aplicação dos recursos e, por exemplo, vedem a contratação de empresas que eventualmente tenham como sócios dirigentes da Confederação.
O Banco do Brasil apoia o vôlei brasileiro há 23 anos, período em que o Brasil, nesta modalidade esportiva, conquistou 19 medalhas olímpicas e mais de 50 títulos mundiais na quadra e na areia, em todas as categorias.
Gazeta Esportiva
