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| Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Inverno, em Sochi, na Rússia. |
Sem atentados, principal motivo de preocupação das autoridades, algumas falhas estruturais ficaram evidentes. No entanto, o presidente Vladimir Putin tem motivos para festejar, já que a Rússia terminou no topo do quadro de medalhas com 13 ouros, 11 pratas e nove bronzes.
“Os Jogos Olímpicos de Sochi foram um marco importante para o Brasil. O esporte olímpico nacional está em constante desenvolvimento e o mesmo acontece em relação aos esportes de inverno. A participação segue dentro do processo evolutivo esperado”, afirmou Marcus Vinicius Freire, diretor executivo de esportes do COB.
Encerrada a participação na Rússia, o foco passa a ser a preparação para os Jogos de Inverno PyeongChang-2018. Após a avaliação dos resultados de Sochi, as Confederações Brasileiras de Desportos no Gelo e na Neve apresentarão projetos ao COB para serem desenvolvidos com base nos recursos da Lei Agnelo/Piva.
“A primeira modalidade a ter seu plano concluído, até o final de maio, será o esqui aéreo, que objetiva ser competitivo em 2022 e buscar a participação nas finais olímpicas em 2026. Em seguida, virão as demais modalidades, cujos planos se basearão em estudos científicos e de viabilidade econômica”, disse Stefano Arnhold, da CBDN.
De acordo com números apresentados pelo COB, nos quatro anos do último ciclo olímpico (2011 a 2014) foram investidos cerca de R$ 5 milhões oriundos da Lei Agnelo/Piva nas duas confederações de esportes de inverno, incluindo R$ 600 mil referentes à missão de Sochi.
Gazeta Esportiva
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